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Aconteceu de madrugada. E sumiu pela sexta-feira. Dia de um tambor que não pode ter corpo, mas que urge na alma. Pequeno pedaço de memória bienal, como se pudesse ter remendos naquele cantinho de coração que não enferruja, por mais que você jogue Coca-Cola.
E hoje quando penso que lá longe a lua sobe, aquele pedaço de pele rasgada volta. Como ponto descosturado. Agulha em lã poída. Desaprender em traço e pontilhado. Pedaço de coisa que diz que viver é indutar a esquecer e perder, evocar e ceder. Reminiscência.
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