Lírica

Publicado: fevereiro 3, 2014 em Contos
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Quando descobriu que não era poética, ficou a se perguntar o que faria com as unhas de folhas, os cabelos de lua decrescente e toda aquela coisa que dá no meio de tantas palavras absurdas. “Costure o vento”, as vírgulas disseram, “imite as linhas do oriente.”

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