E se ela fosse pintora

Publicado: agosto 8, 2011 em Contos

Colocou a mão nas duas cordas e desceu. Campo magnético em volta. Avistou casa distante ou dentro de nós. Tudo ou também. Antes de toda coisa começar, havia peixe na água fria e papel crepom amarelo de bolinhas roxas. Foi aí que tornou-se muda. Pra sempre ou nunca mais. Porque o espirro dela era um evento. Devia até doer.

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